DE 06 DE JUNHO A 22 DE JULHO

FALSO HISTÓRICO


Os artistas espanhóis Lecuona y Hernández dão prosseguimento à sua investigação a respeito da relação entre imagem, tridimensionalidade, espaço e cultura. Durante o período de mais de um mês em que estiverem na cidade de São Paulo concebendo a exposição Falso Histórico, os artistas refletiram sobre alguns aspectos encontrados no contexto urbano.

Os limites físicos e simbólicos entre o espaço público e o privado foram alguns dos elementos que mais chamaram a sua atenção. Na cidade, bem diferente das Ilhas Canárias onde habitam, elementos comuns a todos são alterados de acordo com os interesses dos proprietários de estabelecimentos comerciais e residenciais. Dialogando com essa questão, um dos elementos que mais interessou aos artistas foi algo sobre o qual já refletiram em peças anteriores: o higienismo e sua relação com o desaparecimento e a morte. Em cartaz até 22 de julho na Adelina Galeria.

Falso Histórico

Sobre os artistas
Beatriz Lecuona (Santander, 1978) e Óscar Hernández (Garachico, 1978) decidiram apostar em uma carreira artística profissional e formar uma dupla ainda na universidade, em 1999. Formados em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes pela Universidad de La Laguna (2000). Vivem e trabalham em Tenerife, nas Ilhas Canárias (Espanha). Entre suas exposições individuais, destacam-se “Coming soon”, na Casa de los Coroneles em Fuerteventura (2015), "Testigos", na Sala de Arte Contemporáneo em Tenerife (2011) e “Todo Hielo” no Espaço Canarias em Madrid (2009).

Participaram de importantes bienais internacionais como a XI Bienal de la Habana, Cuba (2012), a X Bienal Internacional de Cuenca, Equador (2009) e a Bienal Dakar Off no Senegal (2006), também fizeram parte de mais de 50 exposições coletivas, tais como: ‘Crisis? What Crisis? (¿tiene forma la catástrofe?)’, no espaço TEA, em Tenerife (2016), “Sin escala", no DA2, em Salamanca (2013), "El Columpio Español", na Ascaso Gallery em Miami (2013), ""Moře, Kterým plujeme" na Galerie Chodovská tvrz em Praga (2011) e "The Old Soldier Action" no Centro de Cultura Contemporánea de Valencia (2010).

Sobre o Curador
Raphael Fonseca (Rio de Janeiro, 1988) é crítico, curador e historiador da arte. Recebeu o Prêmio Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas na categoria curador (2015) e foi curador residente na Manchester School of Art (2016). Doutor em História e Crítica da Arte (UERJ) e professor de Artes Visuais no Colégio Pedro II, atualmente, Raphael trabalha como curador no Museu de Arte Contemporânea (MAC) de Niterói, no Rio de Janeiro, e escreve para a revista ArtNexus.

Entre suas exposições recentes, destaque para Quando o tempo aperta (Palácio das Artes - Belo Horizonte e Museu Histórico Nacional - Rio de Janeiro); Reply all (Grosvenor Gallery, Manchester, Inglaterra); Figura humana (Caixa Cultural RJ, 2014); Deslize < surfe skate > (Museu de Arte do Rio, 2014); Água mole, pedra dura (1a Bienal do Barro de Caruaru, 2014); Derek Jarman - cinema é liberdade (Caixa Cultural Recife, Rio de Janeiro e São Paulo, 2014-2016); City as a process (Ekaterinburgo, Rússia, 2012).


Serviço
Abertura: 06 de junho, às 19h.
Período: 07 de junho a 22 de julho.
Horário de visitação: de terça a sexta, das 10 às 19h; sábados, até as 17h.
Entrada gratuita.


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